Sem duvida um dos maiores icones do teatro nacional foi Martins Pena. Dramaturgo e diplomata nasceu no dia 5 de novembro de 1815 e morreu em 7 de dezembro de 1848. Foi caracterizado principalmente por suas obras portarem ironia e humor devido a sociedade brasileira e suas instituições as quais ele ironizava com muita regularidade.
Seus pais nao eram ricos, e morreram quando ele ainda tinha 10 anos de idade; foi adotado por Antônio Maria da Silva Torres. Fez um curso de comercio o qual terminou em 1835, com quinze anos.
Um tempo depois começou a frequentar a Academia Imperial de Belas artes, lugar onde estudou arquitetura, estatuária música e desenho. Mas ao mesmo tempo estudava línguas, história e literatura, alem de teatro.
Sua primeira peça foi apresentada no Teatro São Pedro e detinha o nome de “O juiz de paz na roça”. Neste mesmo ano ingressou no Ministerio dos Negócios Estrangeiros. Mas mesmo trabalhando no ministério não deixou de escrever e chegou a fazer trinta peças, com vinte comédias e as outras forma dramas e farças.
Chegou a ser critico de teatro para o Jornal do Commercio. Viajou a Londres onde ficou doente e morreu em Lisboa em 1848 com 33 anos de idade. Suas obras são lembradas até hoje como simbolo de sua geração e de sua época. E mesmo após morto algumas de suas obras ainda não tinham sido divulgadas, as quais vieram a publico algum tempo depois.
Nelson Rodrigues
Outro grande ícone do teatro nacional foi Nelson Rodrigues; nascido em 1912 se mudou com quatro anos para o Rio de Janeiro. Foi um grande dramaturgo do teatro brasileiro, mas também se destacou sendo escritor e jornalista.
Trabalhou no jornal A Manhã que era de seu pai e durante algum tempo ficou responsável por fazer matérias policiais. Usou este tempo para adquirir experiência onde usou com sabedoria em suas peças para fazer criticas a sociedade.
Para sair das dificuldades finançeiras em que se encontrava usou de sua genialidade para escrever peças teatrais. Ao preferir escrever em sua maioria peças românticas chegou até a ser comparado a Eça de Queirós.
Sua primeira peça “A mulher sem pecado” foi muito bem criticada e o deu carater de destaque dentro da cena dramaturgica da época. Mas ao fazer uma grande inovação teatral com a peça “Vestido de noiva” conseguiu atrair a atenção do público e da mídia para suas obras as quais muitas acabaram sendo taxadas de obscenas e imorais.
Ja consagrado como jornalista e escritor teve sua saúde fragilizada na decada de 1970 e veio a falecer alguns anos mais tarde em 1980 devido a complicações cardiacas e respiratórias; deixando um grande legado para o teatro brasileiro e imortalizando seu nome na dramaturgia nacional.

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